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Acho que com o tempo acabei aprendendo que tenho dois tipos diferentes de ciúmes – se levado em consideração só os mais intensos, - aquele típico que me deixa brava e querendo acabar com o ser que esta ‘roubando’ demasiada atenção do meu objeto de afeto. Talvez esse possa parecer muito austero pra quem o veja, mas não é nem de longe o pior. O segundo tipo, aquele que me deixa calada, e me faz ter de segurar as lágrimas – o que, diga-se de passagem, nem sempre funciona – é o pior, porque ele fica ali incrustrado bem no amago, enquanto eu tento da melhor maneira não demonstrar. Embora o pandemônio que se mostrou por fora esteja rolando dentro de mim multiplicado por mil, e me fazendo sentir idiota. Porque nessa hora não quero matar quem esta perto da pessoa e sim me condenar por ser tão fraca a ponto de ceder a isso. Mas não é racional. Ah! Quem me dera se fosse controlável, que parasse como no fechamento de uma válvula. Não, definitivamente não é assim, e isso o torna bem mais difícil de lidar que o primeiro.


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