Alguns dizem que a espera faz com que a experiência seja mais intensamente aproveitada, ou que as coisas acontecem na hora certa, bem, não sei que qual dessas situações me encaixo agora, provavelmente ambas, quem sabe? Parece uma divagação longa ao se pensar que o tema de tal inspiração veio de um livro, mas três anos com o exemplar na estante, e diversas tentativas em lê-lo as quais sempre falhavam, seja por preguiça, interesse maior por outro livrou, ou devo confessar falta de vontade de encarar um vocabulário de mais de dois séculos atrás, me parecem um bom motivo pra tamanho devaneio.
Mas agora, pensando com meus botões, talvez eu não tivesse encarado com os mesmos olhos afincos e apaixonados o decorrer das paginas como fiz durante os últimos dias. Provavelmente, mesmo tendo gostado do filme quando o assisti pouco tempo depois que o mesmo foi lançado em DVD eu não imergiria de bom grado nas maneiras vagarosa, porém turbulenta e emocionante com  Lizzy e Mr. Darcy se envolveram.  Males que vem pra bem como diria minha vó.
Grande ironia essa, visto que no momento em que terminei de ler estava em tão grande emoção, a ponto de nem segurar minha corriqueira síndrome de final, e imediatamente após ter terminado a leitura, ter corrido para ver o filme. Deleitando-me com a já amada cena favorita do pedido fracassado, e morrido de amores uma vez mais ao ouvir uma das declarações mais bela ao final do filme. E agora estou aqui - literalmente - aos suspiros, e um sentimento de coração tão, ou mais, flutuante como quando relia Estro depois de finalizada, e querendo voltar ao início do livro, mesmo fazendo menos de seis horas que o terminei...
A blogueira que me fez procurar pelo filme/livro (a qual eu ainda quero achar o blog e agradecê-la) realmente tinha razão... Não há nada comparado a Mr. Darcy...

 
 
 
 


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