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Há cerca de uma década atrás uma das minhas colegas de sala mais queridas estava prestes a se mudar para um novo colégio. Ainda hoje, olhando pra uma caixinha verde que ganhei da mesma, — a primeira do que se tornaria uma modesta coleção e marca registrada do meu atual estilo de organização, diga-se de passagem — lembrei-me do texto que ela nos deixou na época: “A Árvore da vida dos amigos”. 
Peguei-me pensando nas tais folhas que se vão ao vento após desprender-se. Isso me trouxe uma grande nostalgia, e também me fez sentir saudades. Saudades não só desta amiga em especifico, a qual não vejo há alguns pares de anos, mas de outras pessoas que firam importantes
Senti falta de algumas conversas madrugada à fora,  zueras e risadas, telefonemas longos, e surtos que  que ainda me fazem sorrir.  Falta de abraços espontâneos e conversa fiada, ou daquela bagunça de quando um grupo, ou um dos membros da turma passava em casa. Dentre outras lembranças memoráveis ou vergonhosas, que agora me fazem rir alto.
Minhas próprias "folhas" que eu espero estarem bem, algumas que às vezes ainda posso ver, outras que não tenho ideia de como estão, ou que só acompanho por redes sociais. Algumas que se foram verdes e vividas e outras com pontos de cores de outono, de queda e manchas, mas que ainda conservam na lembrança as belas cores, porque com o tempo você descobre que seu coração se prendeu muito as cores vívidas. Ao lado belo daquela estação. Aquelas que hoje só posso esperar que estejam bem, e que desejo o melhor, sempre.


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