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Sabe, talvez isso seja irritante para quem acompanha meus escritos, mas a verdade é que tenho uma escrita lenta, e nem sempre quero mudar isso. Não sou uma escritora profissional, pelo contrario, ainda tenho muito que aprender, ao menos é isso que tento.  Um constante estagio osmótico de absorção a novas formas e ideias de como apresentar algo, que vez ou outra aparecem por aqui. Mas o ponto não é esse, e sim a lentidão.
O fato é que em se tratando da escrita eu não funciono sob pressão, e acho que não sou a única. Não adianta sentarmos em frente à tela do computador e ficarmos olhando o cursor piscar incessantemente numa pagina branca. Por vezes isso chega a nos deixar irritado e só atrapalha mais. Reler a história e pegar o ritmo novamente ajuda, mas o que ajuda também é se “distrair” lendo, assistindo ou ouvindo coisas do gênero.
Às vezes você tem a cena toda montada na sua mente mas não consegue passa-la da forma correta. Em alguns casos cansaço mental atrapalha isso, porque você está tão focada em passar aquilo reclamando consigo mesma que não vai de modo algum, e estaca naquele ponto. Numa dessa eu acabo contando a história pra alguém, meus amigos vivem ganhando spoiler por esse motivo, e no fim funciona. Porque você vai remontando a cena enquanto conta, e depois mescla isso no papel, a forma que contou. Facilita.
 No mais eu acabo deixando que a história flua. E, na maior parte do tempo, isso acaba sendo melhor do que me forçar, a inspiração acaba vindo, e dando uma diferença gigantesca na forma com que eu escrevo. Como se ela precisasse daquele tempo para ser gerada e então florescer da forma certa. Mas, como disse, esse é o meu modo. E, embora as vezes faça você, caro leitor, ficar irritado, peço um pouquinho de paciência, pois é esse jeito que faz minha escrita – boa ou não – ser da forma que é.


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