Depois de um longo tempo finalmente conseguir rir de um jeito totalmente espontânea outra vez. Não sorrir do jeito formal, ou por uma piada, mas sim daquela forma que vem bem lá do fundo e que faz com que seu sorriso chegue aos olhos, te enchendo de euforia.  Estranho que isso tenha acontecido no mesmo dia em que eu estava triste por ter perdido uma amiga que era, e ainda é, muito importante pra mim.
Com o tempo percebemos que não importa os muros que a vida cria, podemos amar alguém distante, mesmo sem a pessoa estar por perto como antes, sem ter notícias e falar com ela. O que realmente vale é que torcemos sempre por aquela pessoa, e se ela precisar um dia estarei aqui. Como diz uma frase que li um dia “Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí.”  E mesmo que não voltem não nos impede de queremos o bem para tal. E é isso, quero que tudo de certo.
Enquanto isso eu aproveito as surpresas que a vida me trouxe, os antigos e novos amigos que surgiram, que me fazem imensamente felizes e me ajudam quando preciso, por vezes sem nem saberem direito o quanto me fazem bem. Mas fazem, e como fazem! Às vezes Impossível descrever o riso, como o que falei lá em cima, causados por coisas simples, que passam despercebidas pra quem ta de fora, mas que acabaram me trazendo de volta. Ou a sensação de uma dizer que você é querida pra ela, tudo simples né? Pois é, grande parte da vida é feita de simplicidades...


Deixe um comentário