Mais de seis meses depois dos primeiros “sintomas” sobre a dúvida na mudança de curso, a busca por um novo vestibular começa. Os Últimos dias foram bem complicados, e ainda continuaram a ser por um bom tempo. Discussão com a família, choque pela mudança “repentina”, pelo menos na visão deles, dentre outros pequenos outros conflitos originados da escolha do novo curso, e conseqüentemente, talvez até principalmente, da nova faculdade.
Tenho que admitir que realmente achei estranho meus avós, abominarem a idéia  de me ver estudando na USP. Talvez apenas pelo fato de estar morando longe deles que me têm por perto desde 2,5 anos, ou talvez porque o âmbito de visão de minha nova escolha não seja tão promissor quanto Direito, não importa o motivo, eles acabaram me frustrando de certa maneira. Os pais deveriam ficar feliz quando os filhos resolver definir sua vida de modo que saibam que vão ficar feliz não? È talvez, alguns talvez seja assim, mas parece que não os meus avós.
Anyway, nem todos pensam da mesma forma. Pelo menos minha mãe, minha amigas, e até mesmo meu irmão menor estão por perto pra me ajudar a me manter firme. Nem sei como agradeço isso, essas mínimas ações são totalmente importantes para mim. Um simples “você vai conseguir” ás vezes é o suficiente para esquecer (mesmo que por um curto período de tempo) todas as lágrimas de tristeza que teimam em querer escapar pelos meus olhos. Mas pensando bem não quero falar nisso, não agora que tenho que manter o foco do objetivo traçado.
Melhor focar nas coisas boas, já dizia o sábio “nas horas ruins reconhecemos nossos verdadeiros amigos”, e acho que isso realmente vem se mostrando verdade. E é por eles, e pelas pessoas que realmente se importam comigo, as que eu amo e que vão me amar apesar de qualquer escolha de mudança de curso que faça ou deixe de fazer, que vou manter o pulso firme e a cabeça erguida custe o que custar, para conseguir esse e os outros objetivos que decorrem desse curso. 


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